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aos cristãos genuínos

Boas-vindas

Bem-vindo ao blog "500 Palavras".
Espero que você receba e aceite o desafio de ser um cristão genuinamente comprometido com a verdade do Evangelho de Cristo.
Os textos com quinhentas palavras são expressão do desejo de colaborar com o cristianismo autêntico e interessado em ver a glória do Senhor Jesus em todos os lugares do mundo - na igreja também.
Abisaí Nunes

O Quarto de Jack e o Meu

Minha família (Ivonilce, Ana Luíza,16 e Letícia,14) saiu vibrando da sala de cinema.   Sempre tentamos discutir os pontos altos de todos os filmes que assistimos – algumas vezes isso é quase impossível, mas com O Quarto de Jack (Room nos EUA) os muitos pontos altos nos impressionaram como nunca antes em outro filme.
Mal saímos da sala e cada um de nós tinha muitas reflexões e percepções para compartilhar um com o outro. 
Em comum nos agradecemos por termos escolhido tão bem aquele filme.
Boa parte do filme se passa em um minúsculo quarto, onde mãe e filho estão confinados por um sequestrador. Ela fora feita refém por sete anos e no segundo ano deu à luz uma criança. Todo o filme apresenta a percepção desta criança quanto ao seu mundo.
Os diálogos são impressionantes.  Os temas levantados ali nos forçam a refletir sem medo das conclusões.  Temas como aborto, a maldade humana, maternidade responsável, violência contra a mulher, infância quase perdida, juventude perdida, preconceitos importantes, rejeição, medo do medo, verdade e mentira, imaginação e criatividade, Deus e Sua soberania, esperança, resiliência e coragem, falsa liberdade entre tantos outros que poderiam nos fazer crescer e caminhar para frente.
Entretanto, gostaria de abordar apenas um outro assunto aqui.
Para alguém que desconhece a luz e a liberdade, as conversas sobre isso não despertam grande interesse pela simples ausência de “sabores e imagens”.  Mas será que sua alma está satisfeita com isso?
O menino Jack, embora esperto poderia continuar relativamente bem e relativamente seguro no confinamento, escolhendo se manter desinformado do que é lá fora (como diz Lorena Chaves: “Quem não conhece a Luz não sabe o que é escuridão).
Dificilmente não somos levados a pensar sobre aquele que se identificou como a Luz e a Verdade.
Digo isso pelo fato de que Ele mesmo nos afirma que esse mundo jaz no maligno e por isso está cercado por paredes que impedem a Luz entrar e a Verdade ser conhecida.
Muitos empurram esse assunto para debaixo do tapete de sua vida, preferindo o quarto escuro e fedorento que vivem. Nele se sentem relativamente seguros e supostamente felizes.
Também digo isso pelo fato dos que conhecem a Luz e a Verdade não apresentarem-nas devidamente compreensíveis a quem foi despertado pelo interesse de ouvir sobre o lado de fora de seu quarto.
A bem da verdade – como bem demonstra no filme – há uma diversidade enorme de problemas (e alguns bem grandes) com a entrada na vida de Verdade e Luz.
Já não consigo compreender como posso ficar sem ação diante de pessoas que desconhecem a Verdade e a Luz por não saberem de Sua existência.  Algumas, inclusive dividem o mesmo espaço que eu nas ruas, nas casas, nas salas, nas lojas...
Para ganhar coragem, talvez apenas uma pergunta a mim mesmo:
Prefiro o desconforto da Luz e da Verdade ou aquele quarto que um dia gostei de viver?
As pessoas precisam ouvir sobre Jesus.

“Adeus cadeira número 1”

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